África

Último dia no Egito e reflexões finais da viagem

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Eu acordei com fome. Bom sinal Meu estômago estava se recuperando e meu corpo precisava de nutrientes. Normal, eu estava comendo quase nada por mais de 24 horas, exceto torradas. Descemos para o restaurante do hotel e encontramos o proprietário pela primeira vez: Hebba Bakri. A sra. Bakri vestia roupas ocidentais e era como um sargento. Dissemos a ele que eu não estava me sentindo bem e ele me fez preparar um suco de limão quente com mel. Ele me disse que naquela manhã um médico estava vindo para outro cliente que estava fibrilando com gastroenterite e que, se quisesse, poderia me ver, mas parecia exagerado. Depois do café da manhã, descemos um pouco à farmácia perto do hotel para comprar outra caixa de Antinal e algumas pílulas que me eram recomendadas, caso os sintomas continuassem quando voltei para casa.

Também aproveitamos a oportunidade para comprar tâmaras frescas para minha mãe em uma mercearia do bairro, chá de hibisco no supermercado e cupcakes árabes típicos em uma pastelaria muito boa perto do hotel. Depois voltamos às compras no hotel e fomos à busca e captura de um correio para enviar imediatamente os cartões postais que estávamos arrastando de Luxor. Não sei como consegui, mas sempre acabo enviando os cartões postais no último momento.

Aos doze anos eu não aguentava mais e tive que parar para comer algo sólido, porque estava com tanta fome que até me deixou tonta. Comi arroz cozido e, no final, pegamos nossas malas e fomos para o aeroporto. Paramos um táxi em relação aos antigos e, depois de negociar o preço, tive que discutir com o motorista, porque queria colocar as malas em cima do teto sem qualquer apoio. E ele me disse: "NÃO PROBLEMA", e eu não parei de dizer "SIM PROBLEMA", até que, para minha satisfação, ele os amarrou com uma corda.

Depois de fazer alguns comícios com o carro, nos despedimos do país. Uma viagem que foi antes e depois para mim. Embora eu deva admitir que o primeiro dia foi um choque para mim, fiquei encantada com as pessoas, as paisagens e feliz por ter saído por conta própria.
O Egito não é de todo um país inseguro e vale muito a pena não se organizar, pelo que vi nessas três semanas, temos mais uma oportunidade de viver dia a dia dessa maneira.

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