América

Segunda viagem a Nova York: Brooklyn, Midtown e Harlem

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Embora tivéssemos concordado em ir com calma naquela manhã, acordei novamente às seis da manhã automaticamente. Era algo irremediável e, a essa altura da viagem, qualquer tentativa de combater o vaidoso jet-lagera.

Começando o dia com energia!

Na lanchonete da esquina tomamos o café da manhã com a calma do prato tradicional: ovos a gosto com bacon e batatas fritas em casa e, no final, começamos a jurar que não voltaríamos a comer ovos em um mês.

Mapa do metrô de Nova York. Embora pareça confuso, não é tanto.

Naquela manhã, queríamos visitar o Brooklyn. A idéia era começar com o Museu do Brooklyn, não ver fotos e estátuas, mas participar da exposição Who shot Rock & Roll, em fotografias do mundo do rock de 1955 até o presente. A exposição, que foi temporária e, infelizmente, já está fechada, gostei muito. Havia fotos de Elvis, capas de álbuns, cantores fotografados vindos da academia (Madonna), ou mesmo Marilyn Manson posando como Marilyn Monroe nua para esse famoso calendário. Pena que não foi possível tirar fotos e que o catálogo, além de caro, pesava cinco quilos.

Museu do Brooklyn

Ao sair da exposição, fomos de metrô para Clark St (2 e 3) para visitar Brooklyn Heights. Lá, começamos a andar sem rumo, olhando para as casas na área histórica da Henry Street e vagamos em direção ao passeio para ver o horizonte, embora no final não saiba onde paramos. Enfim, depois de uma longa caminhada, finalmente chegamos a um parque onde era possível ver o horizonte da cidade. O Empire Fulton Ferry State Park está localizado em Dumbo, uma antiga área industrial localizada entre a Ponte do Brooklyn e a Ponte de Manhattan. Eles nos recomendaram e chegamos lá por acaso.

Brooklyn Heights

A área de Dumbo é muito pequena, mas é um dos exemplos mais recentes de como Nova York é capaz de se regenerar. Ou, como também digo, como garantir que haja cada vez menos sites de pátina e que toda vez que tudo seja mais fashion. Entramos na loja Jacques Torres, que é feita de chocolates. Tudo estava muito bom e, com o tempo frio, parecia que sentávamos para tomar um chocolate quente, mas como era hora de comer, decidimos continuar caminhando. Dumbo é apenas quatro ruas, mas é muito interessante. Lá encontramos o Miso Sushi, um restaurante japonês que é altamente recomendado porque faz boa comida japonesa e não custa muito. Depois do almoço fomos tomar chocolate quente e foi muito bom.

Ponte de Manhattan

Mais tarde, aproveitando o dia ainda de dia, fomos visitar um pouco o centro e visitar os edifícios mais emblemáticos da cidade: o edifício Flatiron e o Empire State Building. O Flatiron é um dos meus edifícios favoritos da cidade, é incrível como é fino e esbelto. E o Império é sem dúvida um dos mais conhecidos, embora pela segunda vez consecutiva voltei a ir em frente e não subi para ver a vista panorâmica (para o meu gosto, o melhor lugar para ver a cidade é o "topo da rocha" do Rockefeller Centro) Deixamos isso por mais um dia, porque já era quase hora e era hora de ir à missa.

Vídeo: O mapa de Nova York: para se localizar e entender a divisão da cidade (Setembro 2020).

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